NÃO É SAUDOSISMO...

IANKEES GO HOME

NÃO É SAUDOSISMO...

... APESAR DE TER PASSADO, EM MINHA EXISTÊNCIA, PELOS MOVIMENTOS O PETRÓLEO É NOSSO E O NEFASTO PERÍODO DITATORIAL. SEMPRE APRENDI QUE ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO E NA POLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS SE APLICA MUITO BEM ESSE ADÁGIO POPULAR. LONGE DE SER ANTIAMERICANO E XENÓFOBO, ANALISO BEM ANTES DE EMITIR QUALQUER
OPINIÃO OU PENSAMENTO. TENHO RECEBIDO MUITOS LINKS E E-MAILS TRATANDO DO ASSUNTO INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA E JÁ POSTEI EM OUTRO BLOG, ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O ASSUNTO. POR FORÇA DA MINHA PROFISSÃO - ANALISTA DE SISTEMAS - FUI PESQUISAR NA REDE O QUE HAVIA SOBRE O ASSUNTO. DEPAREI-ME COM APROXIMADAMENTE 23.300 LINKS. SE CONSIDERAR-MOS QUE PODEM HAVER 50% DE REPIQUES, AINDA SOBRAM AINDA 11.500 OPINIÕES. SE CONSIDERARMOS
50% PARA PRÓ E 50% PARA CONTRA, ENCONTRAREMOS 5.750 QUE SÃO CONTRA A INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA. VAMOS COMBINAR QUE SÓ 10% SEJAM POSIÇÕES BEM FUNDAMENTADAS E QUE POSSAM SER COMPROVADAS, SOBRAM 575 ARTIGOS QUE MANDAM EMBORA OS YANKEES( NÃO PODEM SER CHAMADOS ESTADOUNIDENSES, POIS OS MEXICANOS E BRASILEIROS TAMBÉM O PODEM SER - NORTEAMERICANOS TAMBÉM NÃO, POIS MEXICANOS E CANADENSES TAMBÉM O SÃO) - NÃO PEJORATIVO. VOU EM BUSCA DOS 575 ARTIGOS COERENTES.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

REVELADA A VERDADE SOBRE A MORTE DE BIN LADEN


REVELADA A VERDADE SOBRE A MORTE DE BIN LADEN


quinta-feira, 24 de maio de 2012

REVELADA A VERDADE SOBRE A MORTE DE BIN LADEN


A verdade sobre a morte de Bin Laden finalmente apareceu

Sanguessugado do O Livro Verde Via Gilson Sampaio em seu blog

As ações cinematográficas – e mentirosas – do imperialismo norte-americano não sobreviveram mais que alguns meses. Finalmente acaba de ser revelada a verdade sobre a morte de Bin Laden, o saudita que se transformou em inimigo público número 1 dos EUA, embora no passado a Al Qaeda tenha sido financiada e recebido armamento dos norte-americanos.
As mentiras de Obama e CIA sobre a morte de Bin Laden estavam cheias de lacunas, entre elas a falta de fotografias ou filmagens que comprovassem a ação dos norte-americanos violando o espaço aéreo e a soberania do Paquistão. A falta de provas sempre levantou suspeitas sobre a verdade dos fatos.




O líder da Al Qaeda morreu de causas naturais na Chechênia, cinco anos antes dos EUA anunciarem que o haviam assassinado para melhorar a imagem de Obama na atual campanha presidencial nos EUA. A revelação partiu de um ex-agente da CIA na Chechênia, Bekan Yashar, durante entrevista ao Canal Um da Rússia na semana passada.
Ele confirmou que conheceu pessoalmente três guarda-costas de Bin Laden na Chechênia, que o protegeram até sua morte, e foram testemunhas de seu falecimento em 26 de junho de 2006.




“Inclusive se todo o mundo acredita na versão norte-americana, eu não posso acreditar, porque conheço pessoalmente os chechenos que o protegiam, são eles: Sami, Mahmood e Ayub, e o acompanharam até o final de sua vida” O ex-agente da CIA detalhou que “somente esses três chechenos, seguindo sua última vontade, o enterraram nas montanhas fronteiriças entre Paquistão e Afeganistão”.




Yashar disse que a CIA sequestrou um dos quarda-costas de Bin Laden, Sami, e o torturou para que revelasse o local onde estava sepultado o ex-chefe da Al Qaeda. “Não houve nenhum assalto à residência de Bin Laden por militares. Eles apenas encontraram a tumba, desenterraram Bin Laden e, na impossibilidade de apresentar fotografias do corpo em avançado estado de decomposição – o que seria revelado por peritos -, montaram uma farsa e apresentaram à opinião pública mundial como uma grande vitória”, afirmou.
Segundo o governo dos EUA, forças norte-americanas realizaram uma operação bem sucedida em 2 de maio de 2011 para capturar e assassinar Bin Laden em sua residência em Abottabad, no Paquistão.

Postado por Marivalton Rissatto no Ciência, Política e Religião

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O terrorismo made in USA


sexta-feira, 18 de maio de 2012

O terrorismo made in USA

Por Rui Paz, no sítio da Fundação Maurício Grabois:

A 7 de maio o governo de Obama anunciou que os EUA tinham conseguido evitar um atentado à bomba contra um avião de passageiros. No dia seguinte, Hillary Clinton acusava os "terroristas" de utilizarem "métodos perversos e terríveis" e de procurarem "matar pessoas inocentes". Mas poucas horas depois, descobre-se que o "terrível" plano da matança dos inocentes tinha partido da própria CIA e deveria ser executado por um seu colaborador. 

Não é a primeira vez que Washington afirma ter feito despoletar actos de terrorismo cujos autores e executantes mantêm ligações aos serviços secretos norte-americanos. Desde que o presidente Jimmy Carter assinou a 3 de Julho de 1979 a diretiva do apoio secreto aos mudjaedines no Afeganistão (Brezinski) que o governo norte-americano e os seus aliados sauditas passaram a trabalhar com grupos terroristas, como o de Bin Laden. 

No futuro, uma das maiores dificuldades dos historiadores na análise dos acontecimentos das últimas quatro décadas será saber qual o contributo de Washington para a criação e disseminação do fenómeno do terrorismo internacional. Como acabámos de ver mais uma vez nas terríveis explosões de 10 de Maio em Damasco, que mataram dezenas de sírios, estes actos de terrorismo coincidem com a estratégia intervencionista do imperialismo na região. 

Qual o papel dos membros ou colaboradores infiltrados da CIA e de outros serviços secretos aliados das potências ocidentais nestes massacres terroristas? Até que ponto determinadas organizações já sob o controlo parcial ou total do imperialismo intervêm ativamente no acicatar dos conflitos étnicos e religiosos, entre xiitas e sunitas, com o objectivo de estabelecer o caos, dividir para reinar ou enfraquecer regimes e governos que não se rendem aos interesses ocidentais? 

Não esqueçamos a recente mentira do FBI sobre uma tentativa de atentado dos serviços secretos iranianos contra o embaixador da Arábia Saudita em Washington que conduziu ao envio de notas do Departamento de Estado para as embaixadas do mundo inteiro. Serviços secretos e governo norte-americano trabalham visivelmente em conjunto para ludibriar a opinião pública.

No relatório final da comissão do 11 de Setembro de 2001, a componente terrorista dos Balcãs é referida só algumas vezes num total de 567 páginas, apesar de ter desempenhado um papel muito importante nos atentados de Nova Iorque. Segundo o autor de «como o Djihad chegou à Europa», Jürgen Elsässer, a razao é simples: «os amigos de Bin Laden nos Balcãs estavam na lista de pagamentos da CIA». 

Face à rapidez com que determinadas forças e grupos terroristas passam de aliados a inimigos dos Estados Unidos e da NATO, e vice-versa, o assassínio de Bin Laden e de outros elementos oficialmente apresentados como adversários presumíveis ou declarados dos EUA, destina-se de facto a «combater o terrorismo» como é afirmado oficialmente pelo governo norte-americano ou a apagar ligações e rastos de colaboração entre o Pentágono, a CIA e determinados grupos bombistas cujos interesses coincidiram ou coincidem com os de Washington?

É absolutamente necessário que uma instituição como a ONU se pronuncie contra os assassínios sem julgamento por um Estado que se diz de «direito». De outro modo corre-se o risco de ver a barbárie institucionalizar-se com a cumplicidade e cobertura de uma organização internacional que segundo a sua Carta deveria preservar as normas do direito internacional e as conquistas civilizacionais.

* Fonte: Avante!

domingo, 22 de abril de 2012

Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC



Meu Pitaco: Alguém, brasileiro como eu, tem dúvidas de quanto a Ditadura (Um dia que durou 21 anos -vídeo) e o PSDB foram nefastos para o Brasil e seu Povo? O quanto a mídia acobertou por 30 dinheiros tudo isso? O Império está no seu papel. Mas e esses sanguessugas? O mínimo que se pode pedir é que sejam retirados da vida pública! JBC

Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC

Postado em: 23 fev 2011 às 18:22 | no Pragmatismo Político 

Telegramas revelam intenções de veto e ações dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro com interesses de diversos agentes que ocupam ou ocuparam o poder em ambos os países

wikileaks tecnologia sabotagem brasilOs telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedir, dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colhido em uma exuberante sintonia com os interesses estratégicos do Departamento de Estado dos EUA, ao tempo em que exibe problemática posição em relação à independência tecnológica brasileira. Segue o artigo do jornalista Beto Almeida.
O primeiro dos telegramas divulgados, datado de 2009, conta que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 – de fabricação ucraniana – no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

Veto imperial

O telegrama do diplomata americano no Brasil, Clifford Sobel, enviado aos EUA em fevereiro daquele ano, relata que os representantes ucranianos, através de sua embaixada no Brasil, fizeram gestões para que o governo americano revisse a posição de boicote ao uso de Alcântara para o lançamento de qualquer satélite fabricado nos EUA. A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que os EUA “não quer” nenhuma transferência de tecnologia espacial para o Brasil.

Leia mais

“Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”, diz um trecho do telegrama.
Em outra parte do documento, o representante americano é ainda mais explícito com Lokomov: “Embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”.

Guinada na política externa

O Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA (TSA) foi firmado em 2000 por Fernando Henrique Cardoso, mas foi rejeitado pelo Senado Brasileiro após a chegada de Lula ao Planalto e a guinada registrada na política externa brasileira, a mesma que muito contribuiu para enterrar a ALCA. Na sua rejeição o parlamento brasileiro considerou que seus termos constituíam uma “afronta à Soberania Nacional”. Pelo documento, o Brasil cederia áreas de Alcântara para uso exclusivo dos EUA sem permitir nenhum acesso de brasileiros. Além da ocupação da área e da proibição de qualquer engenheiro ou técnico brasileiro nas áreas de lançamento, o tratado previa inspeções americanas à base sem aviso prévio.
Os telegramas diplomáticos divulgados pelo Wikileaks falam do veto norte-americano ao desenvolvimento de tecnologia brasileira para foguetes, bem como indicam a cândida esperança mantida ainda pela Casa Branca, de que o TSA seja, finalmente, implementado como pretendia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, não apenas a Casa Branca e o antigo mandatário esforçaram-se pela grave limitação do Programa Espacial Brasileiro, pois neste esforço algumas ONGs, normalmente financiadas por programas internacionais dirigidos por mentalidade colonizadora, atuaram para travar o indispensável salto tecnológico brasileiro para entrar no seleto e fechadíssimo clube dos países com capacidade para a exploração econômica do espaço sideral e para o lançamento de satélites. Junte-se a eles, a mídia nacional que não destacou a gravíssima confissão de sabotagem norte-americana contra o Brasil, provavelmente porque tal atitude contraria sua linha editorial historicamente refratária aos esforços nacionais para a conquista de independência tecnológica, em qualquer área que seja. Especialmente naquelas em que mais desagradam as metrópoles.

Bomba! Bomba!

O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearense Dalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves.
A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.
Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo.

Desarmamento unilateral

A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial.

Intervencionismo crescente

O semanário também publica franca e reveladora declaração do ex-presidente Cardoso : “Não havendo inimigos externos nuclearizados, nem o Brasil pretendendo assumir uma política regional belicosa, para que a bomba?” Com o tesouro energético que possui no fundo do mar, ou na biodiversidade, com os minerais estratégicos abundantes que possui no subsolo e diante do crescimento dos orçamentos bélicos das grandes potências, seguido do intervencionismo imperial em várias partes do mundo, desconhecendo leis ou fronteiras, a declaração do ex-presidente é, digamos, de um candura formidável.
São conhecidas as sintonias entre a política externa da década anterior e a linha editorial da grande mídia em sustentação às diretrizes emanadas pela Casa Branca. Por isso esses pólos midiáticos do unilateralismo em processo de desencanto e crise se encontram tão embaraçados diante da nova política externa brasileira que adquire, a cada dia, forte dose de justeza e razoabilidade quanto mais telegramas da diplomacia imperial como os acima mencionados são divulgados pelo Wikileaks.
Plano Brasil

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"God Bless America"


Meu Pitaco: Este é um país que respeita os direitos humanos, que impõe seus direitos humanos aos outros países, que diz que Guantânamo é cubana por isso pode fazer o que quiser ali, que invade países para matar milhares de pessoas porque os dirigentes mataram centenas, que usa Deus para justificar tudo isso."God Bless America" Jbcterça-feira, 17 de abril de 2012


O DNA é W.A.S.P : A paranóia racista americana chega ao paroxismo


EUA: polícia prende (e algema) menina de 6 anos por fazer manha na escola



Uma menina de 6 anos foi algemada e levada à delegacia da cidade onde mora sob a acusação de fazer pirraça em uma escola primária da Georgia, no sudeste dos Estados Unidos, confirmou o departamento de polícia nesta terça-feira. A menina Salecia Johnson se irritou por algum motivo na sexta-feira passada e começou a fazer manha, atitude que a direção da escola não gostou.
Em telefonema ao chefe de policía de Milledgeville, Dray Swicord, os coordenadores pediram que os agentes "ajudassem a dominar uma jovem rebelde que destruiu objetos de outros alunos, da escola, além de ferir o diretor". Na Creekside Elementary School de Milledgeville, 157 km a sudeste de Atlanta, um oficial observou "os danos causados" e também as tentativas da menina de fugir, pelo que "foi algemada" para garantir a segurança das outras crianças e levada à delegacia.
Segundo a polícia só uma tia da menina apareceu horas depois. A família contou, no entanto, ao canal local de televisão 13WMAZ, que encontrou a criança muito abalada, algemada numa cela. "Vejam o absurdo, uma menina de 6 anos, ainda no jardim de infância... ninguém tinha que chamar a polícia e muito menos algemar a minha filha", disse muito aborrecido o pai da menor, Earnest Johnson.
Já a polícia de Milledgeville garantiu que tirou as algemas da menina logo depois de chegar à delegacia, dando-lhe água e alguma coisa para comer. Ela foi entregue a tia assim que chegou, sem que fosse feito boletim de ocorrência. "O mais importante era a segurança dos alunos" da escola, disse o chefe de polícia.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Estados Unidos treinaram grupo terrorista anti-Irã em solo norte-americano


Meu Pitaco: Estou devendo, ainda, uma análise sobre "O dia que durou 21 anos". Está no prelo! Estamos trabalhando nisso! Por enquanto, mais uma mostra do que o Grande Irmão do Norte é capaz para satisfazer sua sanha imperialista. Baseados nas grandes conquistas da história, com colonialismo exacerbado de Bárbaros, Romanos, Ingleses e , por que não, Alemães e Russos, os EEUUAA montaram a estratégia do Amigo Protetor e Defensor do Povos. Mas só de alguns Povos. Só dos  Povos que detém alguma riqueza sob seus pés. Os Povos que precisam de Proteção e Defesa, mas não têm com que pagar, não recebem essas Ajudas Humanitárias. Quando não há resistência a um Ditador, é criada uma. Quando não há Ditador, cria-se uma. Quando um Ditador colocado por eles, é derrubado por um movimento legítimo do Povo, reinicia-se o processo. É o Caso Iran. Simples assim. Tempos atrás postei um mapa aqui neste blog. Esse mapa nos mostra onde o Grande Irmão do Norte mantém bases militares, quiças com armas nucleares. É de fazer inveja aos Ingleses que jatavam-se do Sol nunca se por em seus domínios. O Império atual é muito mais abrangente e extenso. JBC


Estados Unidos treinaram grupo terrorista anti-Irã em solo norte-americano

Organização que faz oposição a Mahmoud Ahmadinejad estaria por trás do assassinato de "Einsteins" iranianos, diz revista



Tijl Vercaemer/Wikicommons

Bandeira do Irã com o símbolo dos Mujahedin; grupo teria sido financiado por Israel e treinado pelos EUA
Em 2005, ainda durante a administração de George W. Bush, o governo dos Estados Unidos treinou um grupo terrorista islâmico em solo norte-americano. Os Guerrilheiros do Povo Iraniano, também conhecidos como MEK (Mujahedin-e-Khalq) são uma organização islâmica de tendência esquerdista que se opõe ao governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad e ao poder dos aiatolás.
Os iranianos foram treinados de forma ultrasecreta no estado de Nevada (oeste dos EUA), num campo de testes do Departamento de Energia, a 100 quilômetros de Las Vegas. De acordo com reportagem publicada pela revista New Yorker, o local foi escolhido por sua semelhança com as montanhas do nordeste do Irã.
Nesse local, o Comando de Operações Especiais Conjuntas dos EUA (JSOC) treinou membros do MEK desde 2005. Fundado com inspirações marxistas, o grupo iraniano apoiou a revolução responsável pela derrubada do xá Reza Pahlevi e é acusado pela morte de seis cidadãos norte-americanos em 1979.
Com o passar do tempo, as divergências com os clérigos iranianos aumentaram e o grupo foi para a oposição. Em 1997, o MEK foi listado pelo Departamento de Estado americano como uma organização terrorista. A organização ganhou maior notoriedade por revelar o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.
Mohamed El Baradei, então diretor da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), soube que a informação sobre os testes nucleares do regime de Mahmoud Ahmadinejad foi confirmada também pelo Mossad – o serviço secreto de Israel. 
Segundo a New Yorker, o governo americano acobertou o financiamento de organizações dissidentes para coletar informações em solo iraniano e também para realizar ações terroristas contra o regime de Ahmadinejad. Com isso, o MEK tinha recursos de inteligência e armamento para se opor ao governo de Teerã.
"Einsteins" iranianos
Em fevereiro de 2012, uma reportagem da rede NBC mostrou que o MEK era o grupo por trás de uma série de assassinatos de cientistas nucleares iranianos. Segundo a matéria da rede de TV americana, Israel também treinou e financiou o grupo iraniano após o treinamento fornecido pelos americanos.
O objetivo ia além de matar os “Einsteins iranianos”. Israel queria minar o Irã psicologicamente com a destruição das instalações nucleares. Nesta segunda fase, Israel fornecia as armas e o financiamento. Aos EUA, cabiam o treinamento de inteligência. Desde 2007, cinco cientistas iranianos foram mortos em ataques.
Segundo a matéria da New Yorker, uma empresa de segurança privada contatou um espião da CIA para que ele auxiliasse o MEK a coletar informações sobre o programa iraniano. Robert Baer, hoje vivendo na Califórnia, diz que “isso é prova de que o acordo era de longo prazo e não uma ação isolada”.
Após a queda do regime de Saddam Hussein, em 2003, aumentaram as ligações do MEK com os serviços de inteligência ocidentais. O Comando de Operações especiais dos EUA começou a operar infiltrados no Irã para corroborar a tese do governo Bush sobre as instalações nucleares iranianas.
Wikicommons

Em 1988, durante a guerra Irã-Iraque, os mujahedin apoiados por Saddam Hussein invadiram o território iraniano, sendo duramente derrotados 
De acordo com oficiais e consultores militares americanos, ainda há operações americanas de espionagem dentro do Irã. Apesar do crescente envolvimento americano com a organização, o MEK permaneceu na lista de organizações terroristas do Departamento de Estado americano – isso exigia sigilo absoluto para o treinamento realizado em Nevada.
“Usamos o Departamento estadual de Energia de Nevada como disfarce para treinar os iranianos”. A frase é de um ex-oficial da inteligência americana. Um porta-voz do Comando de Operações Especiais Conjuntas “negou que as Forças de Operações Especiais estivessem envolvidas ou sequer tivesse conhecimento de um treinamento para uma organização iraniana em solo americano”.
Quando o presidente Barack Obama subiu ao poder em janeiro de 2009, o treinamento já estava encerrado, segundo um general aposentado, conselheiro militar dos governos George W. Bush e Obama.
Também de acordo com este general, os iranianos do MEK receberam o treinamento padrão das JSOC: “foram instruídos em comunicações, criptografia, armamento e ações táticas para pequenas unidades”. O treinamento durou cerca de seis meses e ocorreu em 2007.
Para Massoud Khodabandeh, especialista em Tecnologia da Informação, e ex-membro do MEK, o treinamento em comunicação não versava apenas sobre capacidade de comunicação em combate. A ideia era invadir os sistemas de comunicação das usinas iranianas.
no Opera Mundi!

quinta-feira, 29 de março de 2012

RACISMO, RELIGIÃO E TANATOS.


28/03/2012

RACISMO, RELIGIÃO E TANATOS.



(JB) - Podemos talvez encontrar a origem do racismo, a partir do equívoco bíblico, de que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança. Levando a idéia ao pé da letra, nasceu a paranóia da intolerância ao outro. A imagem negra de Deus é a de seus deuses africanos, a imagem judaica de Deus é a de um patriarca hebreu, na figura de Jeová. Os muçulmanos não deram face a Alá, nem veneram qualquer imagem de Maomé, mas isso não os fez mais santos. Desde a morte de Maomé, seus descendentes e discípulos se separaram em seitas quase inconciliáveis, que se combatem, todas elas reclamando o legado espiritual do Profeta. Os muçulmanos, como se sabe, reconhecem Cristo como um dos profetas.

Os protestantes da Reforma também prescindiram de imagens sagradas, o que, sem embargo, não os impediu de exercer intolerância e violência contra os católicos, com sua inquisição - em tudo semelhante à de seus adversários.

Essa idéia que associa as diferenças étnicas e teológicas à filiação divina, tem sido a mais perversa assassina da História. Os povos, ao eleger a face de seu Deus, fazem dele cúmplice e protetor de crimes terríveis, como os de genocídio. O Deus de Israel, ao longo da Bíblia, ajuda seu povo, como Senhor dos Exércitos, a “passar pelo fio da espada” os inimigos, com suas mulheres e seus filhos. Quando Cortés chegou ao México, incitou os seus soldados ao invocar a Deus e a São Tiago, com a arenga célebre: “adelante, soldados, por Dios y San Tiago”.

Quando falta aos racistas um deus particular, eles, em sua paranóia, se convertem em seus próprios deuses. Criam seus mitos, como os alemães, na insânia de se considerarem os mestres e senhores do mundo. Dessa armadilha da loucura só escaparam os primitivos cristãos, mas por pouco tempo, até Constantino. A Igreja, a partir de então, se associou aos interesses dos grandes do mundo, e fez uma leitura oportunista dos Evangelhos.

A partir do movimento europeu de contenção dos invasores muçulmanos e do fanatismo das cruzadas, a cruz, símbolo do sacrifício e da universalidade do homem, se converteu em estandarte da intolerância. Nos tempos modernos, o símbolo se fechou - com a angulação dos braços, no retorno à cruz gamada dos arianos - em sinal definitivo e radical da bestialidade do racismo germânico sob Hitler.

Os fatos dos últimos dias e horas são dramática advertência da intolerância, e devem ser vistos em suas contradições dialéticas. O jovem francês que mata crianças judias e soldados franceses de origem muçulmana, como ele mesmo, é o resultado dessa diabólica cultura do ódio de nosso tempo aos que diferem de nós, na face e nas crenças. É um tropeço da razão considerar todos os muçulmanos terroristas da Al-Qaeda, como classificar todos os judeus como sionistas e todos alemães como nazistas. Ser muçulmano é professar a fé no Islã – e há muçulmanos de direita, de esquerda ou de centro.

Merah, se foi ele mesmo o assassino, matou cidadãos do moderno Estado de Israel, como eram as vítimas da escola de Toulouse, mas também muçulmanos do Norte da África, como ele mesmo. Os fatos são ainda nebulosos, e os franceses de bom senso ainda duvidam das versões oficiais, como constatou Teh Guardianem matéria sobre o assunto.

Em El Cajon, nas proximidades de San Diego, na Califórnia – uma comunidade em que 40% de seus habitantes é constituída de imigrantes do Iraque, uma senhora iraquiana, que morava nos Estados Unidos há 19 anos, foi brutalmente assassinada, com o recado de que, sendo terrorista, depois de morta deveria voltar para o seu país. O marido, também iraquiano, é, por ironia da circunstância, empregado de uma firma que assessora o Pentágono na preparação psicológica dos militares que servem no Oriente Médio. E também nos Estados Unidos, na Flórida, um vigilante de origem hispânica (embora com o sobrenome significativo de Zimmermann, bem germânico) matou, há um mês, um jovem de 17 anos, Travyon Martin, provocando a revolta e os protestos da comunidade negra.

Em Israel, o governo continua espoliando os palestinos de suas terras e casas e instalando novos assentamentos para uso exclusivo dos judeus. O governo de Telavive não reconheceu a admoestação da ONU de que isso viola os direitos humanos essenciais. Os Estados Unidos votaram contra a advertência internacional a Israel. Como se vê os direitos humanos só são lembrados, quando servem para dissimular os reais interesses de Washington e de seus aliados e dar pretexto à agressão a países produtores de petróleo e de outras riquezas, como ocorreu com o Iraque, a Líbia e o Afeganistão.

Os episódios de intolerância se multiplicam em todos os países do mundo – e mesmo entre nós. No Distrito Federal, segundo revelações da polícia, um grupo de neonazistas mantinha célula terrorista há cerca de trinta anos, associada a outros extremistas de todo o país. Na madrugada de 28 de fevereiro deste ano, em Curitiba, vinte jovens neonazistas assassinaram um rapaz de 16 anos, a socos, pontapés e facadas. O principal executor, um estudante de direito, foi escolhido para cumprir ritual de entrada no grupo, como prova de coragem. A coragem de matar um menino desarmado. Também em Curitiba e em Brasília foram presos dois racistas, que usavam a internet para expor as suas idéias fascistas e incitar a violência contra ativistas femininas, homossexuais, negros e nordestinos.

Enquanto não aceitarmos a face morena de Jesus, como a mais próxima da face do Deus - criada para dar transcendência ao mistério da vida - o deus que continuará a dominar a nossa alma será Tanatos, o senhor da morte.

Postado por Mauro Santayana em seu blog

quarta-feira, 28 de março de 2012

Um Cartoon que diz tudo

Meu Pitaco: A maior colônia de Judeus no oriente médio, depois da Síria, está no Iran. Os irmãos irão matar-se? Consta que têm até cadeira no parlamento! De onde vem o ódio de Israel?
terça-feira, 27 de março de 2012

Cartoon


Please disseminate this brilliant cartoon by Iranian graphic artist, Mana Neyestani, as widely as you can.
Richard Silverstein via FB

Postado por Mario Lobato da Costa no seu Blog do Mário